sábado, 20 de setembro de 2014

Comparativo: Ford Ka enfrenta Hyundai HB20 e VW up!

No embate entre os hatches compactos com motor três cilindros, veja quem se dá melhor

por JULIO CABRAL
 
 
20/09/2014 09h28 - atualizado às 10h11 em 20/09/2014
Compartativo: Novo Ford Ka enfrenta Hyundai HB20 e VW up! (Foto: Autoesporte)
Falar de carro 1.0 antigamente gerava piadas prontas. As primeiras levas com modelos pesados adaptados aos motorzinhos criados a toque de caixa gerava verdadeiras “depressões ao dirigir”. Bem diferente das impressões desse trio. Responsável por mais de 50% das vendas, o segmento dos hatches compactos espanou a poeira nos últimos tempos e não abandonou os 1.0. Pelo contrário, adotou novos tricilíndricos, algo que une o Ford Ka, Hyundai HB20 e Volkswagen up! comparados. Entre os mais vendidos, o  Chevrolet Onix foi uma das referências para o Ka, junto com o HB20. Para saber se o recém-chegado consegue bater o Onix LT 1.0, clique e confira este comparativo.
Aqui a disputa é entre iguais, mas alguns são mais compactos do que outros. O up! é o menorzinho com 3,60 metros, contra 3,90 m do HB20 e 3,88 m do Ka. É um subcompacto, dois centímetros menor que aquele primeiro Ka. Claro que, como a disputa é em preço e motorização, o up! não foi considerado café com leite. E nem deveria, pois o seu espaço interno é bem aproveitado.
Compartativo: Novo Ford Ka enfrenta Hyundai HB20 e VW up! (Foto: Fabio Aro)
Pensado desde o início como tricilíndrico, o up! cortou o volume dianteiro. Isso fez dele uma caixinha arredondada capaz de levar quatro adultos, mas as pernas de quem tem mais de 1,80 m terão aperto. O porta-malas de 262 litros compensa.
Embora tenha a base do Fiesta, a altura de 1,52 m deu ao Ka mais espaço para passageiros com mais de 1,80 m. Na contramão, o porta-malas é prensado pelas caixas das rodas e leva 216 l. Tão pouco que medimos novamente no tira teima. Quem equilibra as pontas é o HB20. Há espaço para quatro adultos sem forçar a amizade como o Ka, só que as malas encontram alívio nos 276l, diferença que leva a bagagem de um mochileiro.
Novo Ford Ka (Foto: Fabio Aro)
A ambientação reflete as aspirações. O up! teve que substituir o Gol G4, mas o resultado não descuida dos materiais. O painel tem plásticos corrugados e, na versão High up!, cor clara. Apenas o conta-giros “relógio Swatch” não agrada. Com texturas estriadas, o Ka parece melhor acabado que o New Fiesta. O Hyundai também mimetiza modelos mais caros e, além de estampa de i30, traz sensação de solidez em tudo. Não se prenda aos detalhes, contudo, a versão fotografada é a Copa do Mundo, a única 1.0 disponível na frota da marca.
TODOS OS PREÇOS E ITENS DE SÉRIE
Foi-se a época em que populares não traziam retrovisor direito ou encosto de cabeça. O HB20 Comfort Style sai por R$ 41.440 e traz itens semelhantes ao KA SEL. Em relação ao modelo que é uma forte referência no segmento, o KA SEL deve apenas o volante ajustável em profundidade e retrovisores elétricos (em uma era que alguns rivais já popularizaram até o recurso tilt-down) e traz a mais rodas de liga aro 15, controles eletrônicos e Hill-Holder, funcionalidades que custam bem mais caro, uma troca comum. Em meio a toda essa segurança, só esqueceram dos múltiplos airbags (oferecidos normalmente nos compactos europeus) e do Isofix lembrado pelos rivais da VW e Hyundai, uma economia injustificada. Tal como outros compactos "completinhos", cobra caro, porém oferece mais pelos iniciais R$ 39.990. Já o up! tem que ter preço inicial de briga e investe nos opcionais. Como testado com ar, GPS, som e GPS, o High up! chega a R$ 42.286, incluindo os bancos de couro presentes no Move up! fotografado. Vale mais a pena pegar um completo da série Black, White ou Red de R$ 41.120 (que volta e meia são vendidos com descontos) ou se resignar aos modelos nem tão equipados assim, esses sim destaques em custo-benefício na linha up!. 
Volkswagen up! (Foto: Fabio Aro)
Ter motorzinhos fez bem à dinâmica deles. Os três cilindros são mais leves e econômicos - um cilindro a menos diminui perdas em atrito -, sem decepcionar em rendimento. O fato de todos terem motores com quatro válvulas por cilindro (12V) não os deixou apáticos em baixa. Se o up! de 82 cv era o 1.0 mais rápido e vai aos 100 km/h em 14,5 s, empatado com o Nissan New March, o Ka conseguiu 13,5 s, enquanto o HB20 de 80 cv fecha a em 15,1 s. O torque de 10,7 kgfm do Ka chega a 4.500 giros, então é necessário cravar mais o pé no acelerador, o que não tolhe a agilidade nas retomadas. De 60-100 km/h foram 12,7 s contra 13,2 do Hyundai e 14 s do VW. De 80 a 0 km/h, HB20 e Ka empatam com 27,1 m, longe do bom resultado de 25,8 m do up!
A economia é o mantra do up! e Ka. O VW marcou 10,2 km/l de etanol na cidade e ótimos 15,7 km/l na estrada. Já o Ford fez 10,8 km/l e 13,3 km/l, respectivamente. Ambos têm indicador de troca de marcha por volta dos 3 mil giros e ajudam a economizar com aplicativos. Sem isso e com motor que exige mais acelerador, o HB20 marcou 9,2 km/l urbanos e 11,8 km/l rodoviários.
Hyundai HB20 (Foto: Fabio Aro)
Nem tudo é grana do combustível. A tocada prazerosa é comum ao trio. O HB20 é refinado nas reações e parece mais ágil do que dizem os números. Só deve na suspensão que chega a final de curso abruptamente. O up! se vale do baixo peso de 910 kg para abordar curvas com precisão, chega ser mais kart que o Ka. A sua qualidade de rodagem é premium e as suspensões são confortáveis sem perder a firmeza nas curvas.
Se você quer o meio termo, fique com o Ka. Ele guardou o jeito formiga atômica e a direção apontou-virou e, de quebra, ganhou o que não tinha: um motor 1.0 rápido. Dos três, é o que sente menos as vibrações dos três cilindros.
ModeloCesta de peçasGarantiaRevisões até 30 mil Km
Ford KaR$ 2.2503 anosR$ 1.664
Hyundai HB20R$ 2.6555 anosR$ 1.089
Volkswagen up!R$ 2.3583 anosR$ 1.240
Moral da história
Ao computar os pontos, o up! esbarra nos custos e, embora saia-se bem no segmento de entrada, perde brilho entre os mais caros. O HB20 perde em consumo, itens de série e desempenho, mas leva vantagem em quesitos como bagageiro, preço de manutenção e garantia de cinco anos, combatida pela Ford com a oferta de três anos de serviço de atendimento 24 horas - dois a mais do que nos rivais. Os preços de revisão beneficiam o Hyundai que, porém, não inclui a mão de obra gratuita na revisão de 30 mil km, quando é trocada a correia. Combinada ao pacote superior de série, segurança (quase) em dia com o oferecido na Europa (ficaram de fora os múltiplos airbags e Isofix) e preço mais baixo, a mudança de gênero foi o que o levou o Ford Ka sair de primeira com essa vitória.
 Ford Ka SELHyundai HB20 Comfort StyleVW high up!
Preço sugeridoR$ 39.990R$ 41.440R$ 36.520
Motor1.0 de 85 cv e 10,7 kgfm1.0 de 80 cv e 10,2 kgfm1.0 de 82 cv e 10,4 kgfm
Aceleração 0-100 km/h13,5 s15,1 s1,4 s
Aceleração 0-400 m18,8 s19,5 s19,1 s
Retomada 40-80 km/h8,58,89
Retomada 60-100 km/h12,713,514
Retomada 80-120 km/h20,321,325,7
Consumo urbano10,8 km/l9,2 km/l10,6 km/l
Consumo rodoviário13,3 km/l11,8 km/l15,7 km/l






Fonte: Auto Esporte
Queridos jovens, escutai dentro de vós! Cristo bate à porta do vosso coração. Papa Francisco
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Nova geração de motores 1.0 promete beber pouco e ainda ter força

  • LUCAS LACAZ RUIZ/A13
    Motor 1.0 sempre foi apelidado de "motorzinho de dentista"; isso pode mudar
    Motor 1.0 sempre foi apelidado de "motorzinho de dentista"; isso pode mudar
Mais do que "modinha", a invasão de motores de três cilindros no mercado automotivo brasileiro -- onde o padrão, há até pouco tempo, era ter motor com quatro cilindros -- é uma necessidade dos novos tempos. Com o novo regime automotivo (Inovar-Auto), implantado a partir de 2012, cobranças cada vez maiores são feitas a modelos e seus fabricantes. Nesse caso específico, é preciso que os novos veículos andem mais consumindo menos combustível -- o que de quebra reduz a poluição. Retirar um cilindro dos motores 1.0 -- ainda maioria entre os novos carros, ainda que o percentual caia -- foi a solução encontrada para reduzir peso e consumo, a baixo custo.
Pelas regras do Inovar-Auto, até 2017 o consumo médio de todos os carros vendidos por cada marca deve ser de 17,26 km/litro, no caso da gasolina. A meta cai a 11,96 km/litro com etanol no tanque. Na ocasião do anúncio, em outubro de 2012, UOL Carros apontou que mesmo os 17 carros mais econômicos de oito fabricantes (Fiat, Ford, Honda, Kia, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagen)passavam bem longe da meta estabelecida.
O lado bom do aplicação de motores de três cilindros com de tecnologias atuais está em aliar a economia de combustível (e redução de emissões) sem perda de potência. Ou seja, o estigma do "motorzinho de dentista" tende a ficar para trás.
"É uma medida que pode reduzir o peso em até 25%, com ganhos também em relação ao atrito interno. Tudo isso se converte em gasto mais moderado do combustível", explicou o especialista em engenharia automotiva e colunista de UOL Carros, Fernando Calmon.
CASO PENSADO
É claro que simplesmente retirar um cilindro do projeto não é o bastante. Devido à natureza de um propulsor com número ímpar de cilindros (que tende a gerar muita vibração), a arquitetura precisa ser inteiramente repensada, a fim de amenizar todas essas asperezas. No caso das novas unidades 1.0 usadas pelos compactos brasileiros de Ford (Ka), Volkswagen (up! e Fox Bluemotion) e Hyundai (HB20), itens como coxins, sistema de escapamento e controlador da marcha lenta foram reformulados.

Deu certo: além de mais potentes e econômicos, os três-cilindros dessas marcas apresentam níveis bastante aceitáveis de vibrações. Tanto é assim, que o HB20 é um dos maiores sucessos do país, e o Ka tende a entrar rapidamente na briga. Oup! é um caso à parte, mas com certeza o motor MSI não é o culpado pelo volume de vendas abaixo do esperado.

Em termos técnicos, foi a Ford quem encontrou a melhor fórmula momentânea: o 1.0 TiVCT Flex é o 1.0 mais potente produzido no Brasil -- rende 80/85 cv e 10,2/10,7 kgfm, respectivamente com gasolina e etanol --, e também o mais econômicosegundo o Conpet (programa de etiquetagem veicular do Inmetro) -- faz 8,9/10,4 km/l com etanol, e 13/15,1 km/l com gasolina, sempre na ordem respectiva cidade/estrada.

O segredo da Ford para chegar a esses índices foi aliar o motor eficiente a itens como direção elétrica, que sozinha representa um ganho médio de 3% no consumo. Como ponto negativo, é preciso destacar que o propulsor ainda é usinado com bloco de ferro, enquanto as concorrentes Volks e Hyundai já adotaram o de alumínio, mais leve. A opção, feita muito provavelmente por corte de custos (embora a Ford negue isso de pés juntos), não comprometeu o desempenho do Ka por enquanto, mas deixou o motor mais próximo do limite de desenvolvimento que os das rivais.
VAI VIRAR PADRÃO
Várias montadoras ainda usam motores de quatro cilindros no Brasil, tenham eles dois ou quatro válvulas por cilindro (8 ou 16V): Fiat (Uno e Palio), GM (Onix e Prisma), Nissan-Renault (Clio, Sandero, Logan e New March) e a própria Volkswagen (com o TEC EA111 de Gol e Fox). Não se espante, contudo, se os três-cilindros monopolizarem o mercado dos "motores mil" em um futuro próximo.
"É a tendência inevitável. GM e Fiat se deram mal por não terem apostado antes nessa vertente e já estão correndo atrás", aponta Calmon.
A GM, aliás, merece um parágrafo: apresentou, em 2012, um compacto baseado em plataforma totalmente nova, o Onix. Sob o capô, porém, se limitou a reformar seu motor de quatro cilindros: reduziu o atrito de componentes e adotou o sobrenome SPE/4. Ficou isolada e distante das metas de consumo -- a marca, aliás, não costuma colaborar com o programa de medições do Inmetro.
No começo deste ano, o presidente da marca, Marcos Munhoz, comentou o caminho adotado pelas rivais e tentou justificar a escolha da GM: "Com as novas cobranças por eficiência, é natural que as montadoras busquem soluções e a bola da vez parece ser a dos motores de três cilindros, que são menores e por isso consomem menos. Pode ser modismo, pode ser uma saída, mas nós temos nossas próprias propostas", afirmou em entrevista a UOL Carros, durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos.

Fato é que, em breve, os velhos quatro-cilindros darão seus últimos suspiros de competitividade em um ou outro quesito. O Hi-Power da Renault, por exemplo, apresenta bons números de potência e torque (77/80 cv e 10,2/10,5 kgfm, respectivamente com gasolina e etanol) quando equipado no Sandero e Logan. Já no caso do Nissan March, a mesma usina é recalibrada para melhorar o consumo e a emissão de CO2, mas tem seu desempenho limitado a 74 cv.
PRÓXIMOS PASSOS
Também é elementar que o desenvolvimento dos motores de três cilindros não vai parar onde está. E pode anotar: as próximas tecnologias a serem embarcadas serão o sistema de injeção direta e o turbo.
A expectativa é que, especialmente com a inclusão de turbocompressores, os pequenos tricilíndricos possam chegar perto dos 150 cavalos de potência daqui a alguns anos.
O exemplo vem de fora. É este o passo dado, na Europa, pela Ford e seu EcoBoost 1.0 usado para gerar 125 cv nas versões turbinadas de Focus e EcoSport. Antes, a Mercedes-Benz já usava turbo no pequeno motor tricilíndrico do smart: são 84 cv de potência extraídos do motor turbo que só entra na conta do 1.0 com arredondamento (tem 0,9 litro) -- sem sobrealimentação, a potência cai a 71 cv.
Tudo isso tende a abrir o leque de opções de uso destes motores e de opções para o consumidor ligado em eficiência. "Serão motores usados em modelos de maior valor agregado, como SUVs compactos", prevê Calmon.
Fonte: UOL Carros
Maria, dai-nos a graça de sermos jubilosos na liberdade dos filhos de Deus. Papa Francisco
Vá com o Espírito Santo e o Imaculado Coração de Maria!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Renault Sandero e Logan ganham câmbio automatizado por R$ 2.400

A Renault anunciou nesta quinta-feira (11) que os modelos Sandero e Logan, ambos de geração renovada, passam a oferecer câmbio automatizado. Trata-se de uma nova transmissão, chamada de Easy'R, que substitui a antiga caixa automática de quatro velocidades. O novo câmbio tem cinco marchas e só pode equipar as versões com motor 1.6 HiPower de 8V (Expression e Dynamique).
Ele custa adicionalmente R$ 2.400. A notícia foi antecipada por UOL Carrosdurante a apresentação do modelo, no final de junho.
Segundo a marca, o novo equipamento consegue melhorar em cerca de 20% o consumo de combustível em comparação à transmissão automática convencional (com conversor de torque) utilizada pela geração anterior.
Divulgação
Sandero e Logan Easy'R completam a gama dos hatches da Renault
O Easy'R utiliza um sistema eletroeletrônico da ZF, empresa alemã especialista em transmissões, e levou três anos para ser desenvolvido -- de acordo com a Renault, foram mais de um milhão de quilômetros rodados em testes dinâmicos com os novos Sandero e Logan, em três continentes diferentes. Essa tecnologia faz sua estreia mundial em carros da montadora francesa no Brasil.
Divulgação
Alavanca do câmbio Easy'R é igual à de carros manuais
O Easy'R ainda permite ao motorista trocar as marchas com toques sequenciais na alavanca. Outra opção oferecida pela transmissão é a função "Creeping", que faz com que o veículo se mova lentamente quando se tira o pé do freio com o veículo engatado (em primeira marcha ou marcha a ré). O Creeping também ajuda em rampas.

O QUE É AUTOMATIZADO?
O câmbio automatizado, diferentemente dos automáticos convencionais, pode ser explicado como um sistema que possui embreagem e um câmbio mecânico semelhante ao da versão manual, mas que usa um sistema eletrônico controla a embreagem e faz as trocas automaticamente.

Fonte: UOL Carros
Vá com Nosso Senhor Jesus Cristo e o Imaculado Coração de Maria!

sábado, 13 de setembro de 2014

GM divulga teaser do Viva, seu novo carro de entrada

Modelo que deve chegar ao mercado europeu 2015 dá uma pista da nova linha de compactos brasileira

por REDAÇÃO AUTOESPORTE
 
 
11/09/2014 18h09 - atualizado às 18h51 em 11/09/2014
Viva da GM (Foto: Divulgação)
A General Motors divulgou um vídeo-teaser de seu novo carro de entrada, o Viva. O modelo deve chegar ao mercado no verão de 2015 pelo preço de £ 7.000 (cerca de R$ 26.000), patamar onde costumam brigar o Dacia Sandero da Renault. De certa forma, o modelo interessa bastante o mercado brasileiro, que receberá uma nova linha de compactos globais para substituir os combalidos Celta e Classic, ambos baseados na oitentista plataforma GM4200. Os planos foram antecipados por Autoesporte em primeira mão em maio.
Baseado no Chevrolet Spark, o hatch de cinco portas chegará ao mercado europeu juntamente com os mais caros Opel Corsa (substituído no Brasil pelo Onix) e o Opel Adam, um subcompacto urbano nos moldes do Fiat 500. No Brasil, a estratégia para compactos também passa por um degrau, onde o Onix e Prisma continuarão como opções mais caras do que os modelos de acesso. 
De acordo com a imprensa europeia, o Viva mede 3,68 metros e é equipado com motor 1.0 Ecotec de três cilindros. O modelo será oficialmente apresentado no Salão de Paris. No Brasil, a linha terá contornos próprios não apenas no desenho. O futuro compacto nacional será um pouco maior e terá atributos necessários em um mercado de carro único como o Brasil, incluindo um porta-malas mais avantajado do que o exigido nos mercados europeu e asiático, onde as viagens de longa duração e lotação com automóveis perde espaço para o transporte de massa.
Ainda não foram divulgadas outras informações sobre o veículo. O que se sabe até o momento é que fora do Reino Unido o modelo será chamado de Karl, em homenagem a um dos filhos de Adam Opel, fundador da Opel, braço da General Motors na Alemanha.
Fonte: Auto Esporte
Apesar dos nossos pecados, podemos repetir como Pedro: Senhor, Tu sabes tudo; Tu sabes que Te amo. Papa Francisco
Vá com o Divino Pai Eterno e o Imaculado Coração de Maria!