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Onix, o preferido entre os que responderam à enquete Na quarta colocação apareceu o Hyundai HB20 (9,17%), seguido pelo Peugeot 208 (8,26%) e pelo Fiat Palio (5,96%). Depois vieram Citroën C3 (5,50%), Toyota Etios (4,59%), Renault Sandero (2,75%) e Nissan March (1,38%). Fonte: Carpress "O desafio dos esposos cristãos: estar juntos, saber-se amar para sempre e viver de modo que o amor cresça." Papa Francisco Vá com a Santíssima Trindade e a Santíssima Virgem Maria! |
domingo, 9 de março de 2014
Para internauta, Chevrolet Onix é melhor hatch compacto
sábado, 8 de março de 2014
SsangYong confirma que mudará seu nome
Marca sul-coreana reconhece que imagem está arranhada e que atual nome soa estranho em algumas línguas
Ricardo Meier | 4/3/2014 11:30
A SsangYong vai mudar, mas não exatamente de lugar ou de dono. A fabricante sul-coreana decidiu que trocará de nome. O atual, de sonoridade ruim em algumas línguas, também carrega uma imagem negativa que a empresa não conseguiu reverter, após quebrar por cinco vezes.
“O novo nome soará mais global”, explicou Yoo II Lee, presidente da SsangYong à revista inglesa Auto Express. A mudança deverá ocorrer até o final do ano, segundo o executivo.
A montadora, que tem como proprietária a indiana Mahindra, quer aproveitar um momento de ruptura em sua linha de produtos para apresentar sua nova marca. Com isso, acredita que poderá facilitar a adoção do novo nome.
Um novo SUV da marca foi mostrado nesta semana no Salão de Genebra e uma versão de produção deve ser apresentada na próxima edição do evento, em 2015. “Pode ser a hora certa para isso”, concluiu Lee.
Marca de SUVs
A SsangYong não conseguiu aproveitar a onda de crescimento das marcas sul-coreanas e amargou seguidos prejuízos nos últimos anos. A montadora se especializou em utilitários esportivos – embora tenha alguns automóveis em sua linha. Um dos diferenciais que a marca sempre pregou em sua publicidade foi o fato de usar motores a diesel da Mercedes-Benz.
Até há pouco tempo, o design de seus carros chegavam a beirar o exotismo, mas os lançamentos mais recentes já adotaram um visual global. No Brasil, a SsangYong tem presença discreta – apenas 1,3 mil veículos foram vendidos em 2013.
Fonte: carros.ig.com.br
"A nossa alegria mais profunda vem de Cristo: estar com Ele, caminhar com Ele, ser seus discípulos." Papa Francisco
Vá com o Espírito Santo e a Santíssima Virgem Maria!
“O novo nome soará mais global”, explicou Yoo II Lee, presidente da SsangYong à revista inglesa Auto Express. A mudança deverá ocorrer até o final do ano, segundo o executivo.
A montadora, que tem como proprietária a indiana Mahindra, quer aproveitar um momento de ruptura em sua linha de produtos para apresentar sua nova marca. Com isso, acredita que poderá facilitar a adoção do novo nome.
Um novo SUV da marca foi mostrado nesta semana no Salão de Genebra e uma versão de produção deve ser apresentada na próxima edição do evento, em 2015. “Pode ser a hora certa para isso”, concluiu Lee.
Marca de SUVs
A SsangYong não conseguiu aproveitar a onda de crescimento das marcas sul-coreanas e amargou seguidos prejuízos nos últimos anos. A montadora se especializou em utilitários esportivos – embora tenha alguns automóveis em sua linha. Um dos diferenciais que a marca sempre pregou em sua publicidade foi o fato de usar motores a diesel da Mercedes-Benz.
Até há pouco tempo, o design de seus carros chegavam a beirar o exotismo, mas os lançamentos mais recentes já adotaram um visual global. No Brasil, a SsangYong tem presença discreta – apenas 1,3 mil veículos foram vendidos em 2013.
Fonte: carros.ig.com.br
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quinta-feira, 6 de março de 2014
Jeep Renegade será o primeiro "Fiat" pernambucano
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| Segundo o executivo, o Renegade será produzido na fábrica italiana da Fiat em Melfi, além de ser ainda transferida à China. Ele acrescentou que a produção no Brasil começa em 2015 e na China em 2016. De acordo com Marchionne, o grupo trabalha em diversos projetos de expansão e o sucesso da estratégia depende da capacidade de obter sinergias entre as marcas Fiat e Chrysler e suas estruturas de produção. O Jeep Renegade, apresentado no Salão de Genebra O Renegade foi desenhado nos Estados Unidos. Seu objetivo é ampliar a gama da marca Jeep com o objetivo de definir novos padrões para o segmento dos utilitários esportivos compactos. Seu objetivo é oferecer a melhor capacidade off-road de sua categoria, liberdade e comodidade ao ar livre. Traz o primeiro câmbio automático de nove marchas no segmento, motores com baixo consumo de combustível, interior refinado e uma ampla lista de itens tecnológicos. "O novo Jeep Renegade 2015 se destina ao segmento dos SUVs compactos, em rápida expansão mundial, com níveis de referência em eficiência e dinâmica de condução e ainda entregando a melhor capacidade 4x4 de sua categoria, bem do jeito que os clientes esperam da Jeep", afirma Mike Manley, presidente e diretor-geral da marca Jeep. O Renegade 2015 tem previsão de lançamento na Europa para o último trimestre deste ano e, para a América do Norte no início de 2015, importado da Itália. Como nome de veículo, Renegade é inédito na gama Jeep. No passado, ele foi utilizado para identificar versões do Jeep Wrangler e do Liberty. Em 2008 o nome foi usado para designar um carro-conceito apresentado no Salão de Detroit. O modelo terá à disposição os sistemas 4x4 Jeep Active Drive e Active Drive Low, que incluem o recurso Jeep Selec-Terrain, com até cinco modos: Auto (automático), Snow (neve), Sand (areia) e Mud (lama), mais o exclusivo Rock (Pedra) na versão Trailhawk. O objetivo dessas funções é aprimorar a condução com tração nas quatro rodas, tanto na estrada como fora dela, em qualquer condição climática. Para quem utiliza ao máximo toda a capacidade off-road de um Jeep, o Renegade tem a configuração Trailhawk, que ostenta o selo "Trail Rated 4x4" e oferece a maior aptidão para o uso fora de estrada dentro do segmento. O veículo traz Jeep Active Drive Low de série, sistema Selec-Terrain com modo Rock exclusivo, altura da carroceria aumentada em 2 centímetros, placas protetoras e ganchos vermelhos de reboque dianteiros e traseiros, para-choques exclusivos com ângulo de ataque de 30.5°, ângulo de rampa de 25.7° e ângulo de saída de 34.3°, além de controle de descida (Hill Descent Control). Para manter a tradição do lendário Jeep Willys MB 1941, o Renegade 2015 proporciona liberdade a céu aberto com dois sistemas opcionais de teto solar My Sky. Com retirada manual ou elétrica por meio de uma função extra de deslizamento e inclinação, os painéis de teto My Sky trazem rapidamente o ar livre para o interior do carro. Desenhados para serem cômodos, os painéis de teto de poliuretano e fibra de vidro podem ser alojados perfeitamente no porta-malas. Com suspensão totalmente independente, capaz de até 20,5 cm de articulação das rodas e 22 cm de altura livre do solo, o Renegade faz uso extensivo de aço avançado, resinas compostas e novas simulações de impactos em computador permitem que a plataforma do Renegade 2015 ofereça rigidez torcional de primeira classe e durabilidade típica da marca Jeep. O Renegade é o primeiro Jeep a contar com os amortecedores de frequência seletiva (FSD) da Koni. Esse sistema de amortecimento confere ao modelo as melhores características de aderência no asfalto e de dirigibilidade. Serão 16 combinações de motores e transmissões. O Renegade 2015 terá a primeira transmissão de nove marchas entre os SUVs compactos. Combinado, por exemplo, com o motor 2.0 diesel MultiJet com o 2.4 gasolina MultiAir2, o câmbio de nove velocidades traz muitas vantagens que os clientes apreciarão, como arrancadas fortes, entrega suave de potência em altas velocidades e consumo mais eficiente, em comparação com uma caixa de seis marchas. Outra proposta é oferecer soluções tecnológicas antes disponíveis somente em SUVs maiores, tornando-as acessíveis aos clientes da categoria de SUVs compactos, que vem crescendo atualmente. Entre elas estão o Uconnect, com tela sensível ao toque e o maior quadro de instrumentos colorido de sua classe. A segurança foi prioritária na criação do Renegade, que tem 70 recursos avançados, a exemplo dos sistemas de Aviso de Colisão Dianteira Plus e de Aviso de Saída de Faixa (LaneSense) Plus (ambos inéditos no segmento), do Monitoramento de Pontos Cegos, da câmera traseira ParkView, dos sensores de estacionamento traseiro ParkSense, do Controle Eletrônico de Estabilidade com mitigação de rolagem da carroceria e sete airbags de série. Fonte: Carpress "Rezemos pelos cristãos que são vítimas de perseguição, para que saibam reagir ao mal com o bem." Papa Francisco Vá com Nosso Senhor Jesus Cristo e a Santíssima Virgem Maria! |
quarta-feira, 5 de março de 2014
Carros mais vendidos em fevereiro de 2014
Veículos mais vendidos - fevereiro de 2014
| Pos. | Modelo | Vendas |
|---|---|---|
| 1º | Volkswagen Gol | 14.077 |
| 2º | Fiat Strada | 13.459 |
| 3º | Fiat Palio | 13.283 |
| 4º | Fiat Uno | 10.410 |
| 5º | Chevrolet Onix | 9.561 |
| 6º | Fiat Siena | 9.329 |
| 7º | Ford Fiesta | 8.915 |
| 8º | Hyundai HB20 | 8.819 |
| 9º | Volkswagen Fox | 8.072 |
| 10º | Renault Sandero | 6.317 |
segunda-feira, 3 de março de 2014
Embora simples, Fiesta S cativa o motorista
Prazerosa de dirigir, a versão de entrada do hatch com motor
de 1,5 litro convence ao volante, mas pode melhorar em acabamento
Texto e fotos: Fabrício Samahá
Ao preço sugerido de R$ 41.790 (mais a pintura metálica ou perolizada por até R$ 1.270), o Fiesta S traz bom conteúdo de série, que abrange freios com sistema antitravamento (ABS) e distribuição eletrônica de força entre os eixos (EBD), bolsas infláveis frontais, fixação Isofix para cadeiras infantis, ar-condicionado, direção com assistência elétrica, controle elétrico dos vidros dianteiros, das travas e dos retrovisores, alarme com ultrassom e sistema de áudio MyConnection com toca-MP3 e interface Bluetooth. Por mais R$ 3,2 mil a versão SE acrescentaria rodas de alumínio, faróis de neblina, repetidores de luzes de direção nos retrovisores e acabamento interno diferenciado.
Mais simples que o SE nas rodas com calotas e sem faróis de neblina, o Fiesta S
mantém o desenho atraente, que passou por remodelação no ano passado
É um conjunto competitivo com outros compactos de lançamento recente, como Chevrolet Onix LT 1,4 (R$ 38,2 mil), Citroën C3 Origine 1,4 (R$ 40 mil), HB20 Comfort Plus 1,6 (R$ 43 mil), Peugeot 208 Active 1,4 (R$ 41 mil) e Toyota Etios XS 1,5 (R$ 40,2 mil), e outros nem tão novos assim, como Fiat Palio Essence 1,6 (R$ 40 mil), Nissan March SE 1,6 (R$ 41,6 mil), Renault Sandero Expression 1,6 (R$ 39,7 mil) e Volkswagen Gol 1,6 (R$ 36,6 mil). Vale lembrar que os níveis de equipamentos de série variam bastante e há concorrentes que cobram à parte até pelo ar-condicionado.
Apesar da aparência simplificada pelas rodas de 15 pol com calotas, o novo Fiesta agrada à primeira vista, com um desenho moderno e de forte identidade, cuja frente não nega a familiaridade com os maiores Focus e Fusion. O aspecto interno mantém o ar contemporâneo, mas assume de vez o despojamento nessa versão: todo o ambiente fica entre o cinza escuro e o preto, sem qualquer aplique em tom prateado ou preto brilhante, como no SE e no Titanium, e os bancos vêm revestidos em tecido simples.
Plásticos rígidos deixam claro que se trata de um compacto comum — nada do rótulo de premium que alguns lhe atribuem —, assim como algumas folgas e irregularidades entre as peças do interior. O painel usa diferentes texturas entre a parte superior (que risca com facilidade) e a inferior, o que soa estranho por terem a mesma cor. O motorista encontra posição confortável, para o que concorre o ajuste do volante em altura e distância, e o painel traz os instrumentos usuais, incluindo marcador de temperatura do motor (que não vinha na versão mexicana) e computador de bordo com consumo indicado em km/l, como gostamos aqui.
Agradável pelas formas, o interior perde atrativo com o acabamento todo em preto;
o motorista tem boa posição, mas o espaço no banco traseiro é escasso
Há bons detalhes no Fiesta S, a exemplo de controle elétrico de vidros (só dianteiros) com função um-toque, sensor antiesmagamento e temporizador; bons faróis de duplo refletor, indicador de temperatura externa, luz de alerta para a proximidade do limite de rotações do motor (só se acende nessa condição), destravamento da portinhola do tanque junto das portas, três porta-copos, alerta para porta mal fechada (geral nesta versão em vez do específico do SE), limpador de para-brisa com intervalo regulável, comando na chave para abrir a quinta porta e — para quem gosta — comutador de farol alto/baixo do tipo que apenas se puxa contra o volante, sem risco de ligá-lo já em alto.
Em contrapartida, algumas faltas incomodam como faixa degradê no para-brisa, alças de teto (neste caso, sem a alegação de haver cortinas infláveis), repetidores laterais das luzes de direção, iluminação na parte traseira da cabine e controle elétrico dos vidros de trás, sobretudo ao transportar crianças. Ainda, o comando de faróis no painel redesenhado fica oculto pelo volante, a alavanca que permite reclinar o encosto vem apertada junto à coluna central, o limpador de para-brisa deixa ampla faixa superior sem limpeza (seria ideal usar braços em sentidos opostos nesse vidro tão grande), o volante é um pouco áspero e o retrovisor esquerdo plano tem campo visual muito limitado. E por que uma mensagem em inglês no direito acerca da lente convexa em um carro feito no Brasil?
O rádio (que não toca CDs) traz a entrada USB no próprio aparelho, o que faz um pendrive encobrir parte de seu mostrador e o deixa bem à vista de quem passa pelo carro estacionado — que tal colocá-la junto à conexão auxiliar, próxima do freio de estacionamento? Além disso, como em outros rádios da Ford, passar à próxima pasta de arquivos MP3 é trabalhoso (exige uma série de comandos para o que poderia ser feito em um só) e nada intuitivo.
Bons instrumentos com computador, fixação Isofix e rádio com Bluetooth são
pontos positivos; manivelas de vidros e posição da tomada USB, negativos
Espaço no banco traseiro é um ponto crítico do novo Fiesta, que nos parece menor por dentro que o antecessor. Dois adultos obtêm relativo conforto atrás, mas a largura e a acomodação para as pernas são bastante limitadas, a ponto de uma cadeira infantil mais volumosa impor ao passageiro da frente que avance um pouco seu banco. O ocupante central não dispõe de encosto de cabeça nem cinto de três pontos.
A capacidade de bagagem, 281 litros, é apenas mediana para o porte do modelo. Aproveitar o espaço obtido com o rebatimento do banco traseiro seria melhor com uma peça bipartida 60:40, item comum em hatches que faz falta em algumas situações. Embora não seja temporário como na versão mexicana, o estepe continua restrito a emergências, pois usa roda de 14 pol em vez de 15 como os outros pneus.
Fonte: Best Cars
Vá com o Divino Pai Eterno e a Santíssima Virgem Maria!
"Como viver bem o matrimônio? Unidos ao Senhor, que sempre renova o amor e o torna mais forte do que toda e qualquer dificuldade". Papa Francisco
domingo, 2 de março de 2014
T-ROC: Volkswagen radicaliza em Genebra
O alvo, claramente, é o público jovem. A Volkswagen resolveu radicalizar em design e concepção no conceito T-ROC, que vai apresentar no Salão de Genebra. Deixou de lado a seriedade sem graça das linhas externas e, funcionalmente, adota uma interface utilizando um tablet removível. Isso e outras coisas mais.
O T-ROC é construído sobre a plataforma MQB, a mesma da família Golf. Isto quer dizer que poderá ser produzido sem dificuldades até mesmo no Brasil, onde a VW vai fabricar no Paraná o compacto que por aqui é chamado de premium, mas é o carro mais vendido da marca no mundo.
Pelo que dá para ver nos desenhos divulgados pela fábrica, além de linhas agressivas e das grandes rodas que caracterizam quase todos os carros conceitos, independentemente da marca, o T-ROC se destaca da multidão de mini SUVs que assola o planeta pelo teto removível. Dois painéis da cobertura podem ser retirados com facilidade, transformando o carro em conversível.
Uma configuração compacta e robusta, com ênfase na largura, dá ao T-ROC uma cara sarada. Com duas portas, ele pode levar quatro pessoas em bancos individualizados. No interior, predomina o painel pintado na cor da carroceria, seguindo uma tendência iniciada com o novo Beetle (Fusca) e continuada no up!. A VW informa que o T-ROC é o precursor de uma nova linguagem de design para seus utilitários esportivos: vamos ver o que virá nos próximos anos.
Para aqueles menos de cinco por cento de compradores que fizerem questão de rodar com o T-ROC fora da estrada, a VW dotou o carro de tração integral permanente e recursos auxiliares que permitem arriscar passeios por caminhos não muito amigáveis. O motorista só precisa girar um botão que fica na empunhadura do câmbio para a posição “Off-road” e o carro muda sua personalidade, mudando o gerenciamento do motor e do câmbio, despertando sistemas de assistência específicos (inclusive o ABS off-road) e flexionando os músculos para encarar os desafios à frente.
Tem mais: câmeras especiais posicionadas junto aos faróis permitem ver de perto, na tela do tablet fixado no painel, os buracos e pedras mais próximos. Outra câmera, fixada junto ao retrovisor interno, é removível e pode der usada para fazer vídeos dentro ou fora do carro.
A movimentação do T-ROC é feita por um motor turbodiesel 2.0, casado com o dinâmico câmbio DSG de sete marchas com dupla embreagem. A tração integral 4MOTION se encarrega de distribuir o torque de 380 Nm entre os eixos, de acordo com a necessidade do momento. No uso normal, a prioridade é o eixo dianteiro, para maior economia. Na opção “Off-road”, a divisão inicial é meio a meio, mas pode ser alterada a qualquer instante se o sistema detectar alguma roda girando em falso.
O caráter inovador é acentuado pelos controles, indicadores e funções do ar-condicionado inteiramente digitais. Uma tela colorida de 12,3 polegadas é usada como instrumento combinado e, dependendo do modo de condução escolhido - "Street", "Offroad" ou "Snow" - mostra uma variedade de cores e informações adaptada à situação. No modo "Offroad", por exemplo, a graduação do velocímetro termina em 80 km/h, em vez de 260 km/h.
O T-ROC é construído sobre a plataforma MQB, a mesma da família Golf. Isto quer dizer que poderá ser produzido sem dificuldades até mesmo no Brasil, onde a VW vai fabricar no Paraná o compacto que por aqui é chamado de premium, mas é o carro mais vendido da marca no mundo.
Pelo que dá para ver nos desenhos divulgados pela fábrica, além de linhas agressivas e das grandes rodas que caracterizam quase todos os carros conceitos, independentemente da marca, o T-ROC se destaca da multidão de mini SUVs que assola o planeta pelo teto removível. Dois painéis da cobertura podem ser retirados com facilidade, transformando o carro em conversível.
Uma configuração compacta e robusta, com ênfase na largura, dá ao T-ROC uma cara sarada. Com duas portas, ele pode levar quatro pessoas em bancos individualizados. No interior, predomina o painel pintado na cor da carroceria, seguindo uma tendência iniciada com o novo Beetle (Fusca) e continuada no up!. A VW informa que o T-ROC é o precursor de uma nova linguagem de design para seus utilitários esportivos: vamos ver o que virá nos próximos anos.
O lado off-road foi levado a sério: além da tração integral permanente, o T-ROC oferece recursos eletrônicos que transformam qualquer motorista em trilheiro
Para aqueles menos de cinco por cento de compradores que fizerem questão de rodar com o T-ROC fora da estrada, a VW dotou o carro de tração integral permanente e recursos auxiliares que permitem arriscar passeios por caminhos não muito amigáveis. O motorista só precisa girar um botão que fica na empunhadura do câmbio para a posição “Off-road” e o carro muda sua personalidade, mudando o gerenciamento do motor e do câmbio, despertando sistemas de assistência específicos (inclusive o ABS off-road) e flexionando os músculos para encarar os desafios à frente.
Tem mais: câmeras especiais posicionadas junto aos faróis permitem ver de perto, na tela do tablet fixado no painel, os buracos e pedras mais próximos. Outra câmera, fixada junto ao retrovisor interno, é removível e pode der usada para fazer vídeos dentro ou fora do carro.
A movimentação do T-ROC é feita por um motor turbodiesel 2.0, casado com o dinâmico câmbio DSG de sete marchas com dupla embreagem. A tração integral 4MOTION se encarrega de distribuir o torque de 380 Nm entre os eixos, de acordo com a necessidade do momento. No uso normal, a prioridade é o eixo dianteiro, para maior economia. Na opção “Off-road”, a divisão inicial é meio a meio, mas pode ser alterada a qualquer instante se o sistema detectar alguma roda girando em falso.
O caráter inovador é acentuado pelos controles, indicadores e funções do ar-condicionado inteiramente digitais. Uma tela colorida de 12,3 polegadas é usada como instrumento combinado e, dependendo do modo de condução escolhido - "Street", "Offroad" ou "Snow" - mostra uma variedade de cores e informações adaptada à situação. No modo "Offroad", por exemplo, a graduação do velocímetro termina em 80 km/h, em vez de 260 km/h.
Publicado em 01/03/2014
divulgação - Tablet é fixado no painel e é usdo para acionar várias funções
Fonte: Autoestrada
Vá com Nosso Senhor Jesus Cristo e a Santíssima Virgem Maria!
sábado, 1 de março de 2014
"Se não fossem os impostos, Gol poderia custar R$ 20 mil", diz presidente da Anfavea
Em entrevista exclusiva ao CARPLACE nesta quarta-feira (26), o presidente da Anfavea (associação que reúne as principais fabricantes), Luiz Moan, rebateu os argumentos da senadora Ana Amélia (PP-RS), responsável por convocar uma audiência da Comissão de Assuntos Econômicos para discutir os preços dos carros no Brasil. Na reunião realizada em Brasília (DF) no dia 25, o Governo, mais uma vez, empurrou o problema para as montadoras, alegando elevadas margens de lucro por parte das empresas. Numa conversa franca, Moan, que também é diretor na General Motors, relacionou uma série de dados apresentados por ele na audiência. E deixou claro que a composição dos preços vai muito além do estipulado pelas montadoras.
Para começar, Moan admitiu que os carros deveriam, sim, ser mais baratos no país. Mas também revelou que o lucro das montadoras não é maior aqui do que no restante do mundo. Segundo o presidente, o lucro líquido médio anual das fabricantes entre 2003 e 2011 foi de 2,9%, enquanto um levantamento da revista Forbes aponta que a média mundial nesta modalidade é de 3,1%. “O Brasil é um país caro, fazer um para-choque aqui custa 20% mais do que nos Estados Unidos e 38% mais que na China. Fora isso, a carga tributária média sobre o automóvel fica ao redor dos 30%. Se não fossem os impostos, o VW Gol poderia custar R$ 20 mil”, conta o mandante da Anfavea. Ou seja, dos R$ 31 mil da versão de entrada do modelo mais vendido do país, cerca de R$ 11 mil vai para os cofres do Governo.
Claro que o exemplo acima é hipotético, pois carro sem imposto não existe em nenhum lugar do planeta. Mas a Anfavea defende que as taxas poderiam ser bem mais razoáveis por aqui. Vamos considerar os tributos cobrados nos EUA (6%), Japão (9%) e na Alemanha, França e Inglaterra (17%). Se tivéssemos a tributação norte-americana, o mesmo Gol custaria R$ 21.200, ou R$ 21.800 com a carga japonesa e R$ 23.400 com as taxas dos principais países da Europa. Outros fatores, porém, contribuem para os preços mais altos por aqui. Moan destaca o elevado custo de produção, que inclui até mesmo os altos encargos sobre os funcionários no Brasil. “Dos cerca de R$ 4 mil que as montadoras pagam, em média, aos trabalhadores das linhas de montagem, elas gastam quase R$ 8 mil para ter esse funcionário”, explica o presidente, levando a questão para toda a cadeia de empregos no Brasil, nos demais setores da economia.
Outro participante da audiência em Brasília, o secretário-geral da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM), João Vicente da Silva Cayres, fez um interessante desmembramento dos custos das montadoras: compra de materiais e componentes são responsáveis por 50%, mão-de-obra representa 8%, energia elétrica e água 0,3%, despesas com vendas 4%, propaganda 3%, fretes 1,6% e compra de peças de reposição 12%. Falando em frete, aliás, Moan lembra que no Brasil este custo já está embutido no preço dos carros, enquanto na maioria dos mercados o transporte é cobrado à parte.
Na visão do presidente da Anfavea, apesar de haver espaço para melhoras, o acesso ao carro 0 km está ficando mais próximo nos últimos anos. “A classe C comprou muito automóvel recentemente”, conta Moan. Ele explica que, em 1995, um Gol básico custava cerca de R$ 9 mil, mas eram necessários 88 salários mínimos para comprá-lo. Em 2014, o Gol de entrada sai por R$ 31 mil, porém, são precisos 43 salários mínimos para levá-lo para casa. Ou seja, quase metade do que há cerca de 20 anos.
É preciso também considerar que, em alguns casos, o brasileiro paga o mesmo ou até menos do que os europeus quando convertidas as moedas. Vejamos o caso do EcoSport, que acaba de chegar à Europa. De acordo com levantamento feito pelo UOL Carros, na Alemanha o modelo com motor 1.0 Ecoboost sai por 18.990 euros, o equivalente a R$ 60.870. Na Inglaterra, o Eco na versão 1.5 a gasolina é tabelado 15.995 libras, ou R$ 62.400. No Brasil, o modelo 1.6 começa em R$ 58.490. No final do ano passado, por conta do lançamento do novo VW Golf no Brasil, esta diferença também foi bastante discutida. Com preços a partir de R$ 70 mil, a versão Highline 1.4 TSI do hatch médio custa basicamente o mesmo que em seu país de origem, a Alemanha.
Fonte: Carplace
Vá com o Divino Pai Eterno e a Santíssima Virgem Maria!
"Agradecemos a todos aqueles que ensinam nas escolas católicas. Educar é um ato de amor, é como dar a vida". Papa Francisco
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