terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Andamos na versão flexível do JAC J2

Por R$ 35.990, compacto chinês é completinho e traz motor 1.3 16V que desenvolve até 113 cv
Thais Villaça
JAC J2 com motor flexível chega nesta semana às concessionárias - JAC/Divulgação
JAC/Divulgação
JAC J2 com motor flexível chega nesta semana às concessionárias
São chamados "foguetinhos de bolso" os carros de dimensões compactas, mas com boa relação peso/potência. Essa característica é normalmente atribuída aos modelos premium, como Audi A1, Citroën DS3, Mini Cooper e Fiat 500 Abarth, que será lançado no País em breve. Mas um chinês, quem diria, também tem condições de figurar nessa lista. É o pequenino JAC J2, que chega nesta semana às lojas em versão flexível, com motor de até 113 cv e tabelado a R$ 35.990.
Sai de cena o 1.3 16V somente a gasolina, já elogiado por seus bons 108 cv em um carro pesando apenas 915 kg, e entra o bicombustível. O propulsor passou por uma recalibração do sistema de injeção eletrônica para ganhar 2 cv com o combustível derivado de petróleo. Já com etanol, são 113 cv. O torque máximo, de 14,1 mkgf e 14,4 mkgf, respectivamente, é entregue aos 4.500 giros. O sistema também dispensa o tanquinho auxiliar de partida a frio.
Pelas ruas. Se já era espertinho antes, o chinês está ainda mais ágil - segundo a JAC, o carro chega aos 100 km/h em 9,6 segundos e a velocidade máxima é de 186 km/h. As acelerações e retomadas de velocidade são bastante rápidas e, por seu tamanho diminuto, é fácil de manobrar e estacionar.
Um ponto crítico à época de seu lançamento era o câmbio manual de cinco marchas, com engates muito imprecisos. Ao longo desses dois anos em que o modelo esteve no mercado, a engenharia da marca foi fazendo pequenos ajustes até chegar na versão atual, que está muito mais acertada. A suspensão também absorve bem os impactos com o asfalto.
Mas ainda há pontos que precisam ser corrigidos. O pedal do acelerador é muito baixo se comparado ao freio e à embreagem e seu curso é bem curto, o que faz com que o motorista dirija quase sempre com o pé afundado no assoalho. Outra particularidade que incomoda é a ergonomia. Os botões de acionamento dos vidros elétricos ficam no centro do painel e o ajuste dos retrovisores é posicionado no apoio de braço da porta do motorista, locais pouco práticos.
Isso, porém, não desabona tanto um dos carrinhos mais interessantes dessa nova leva chinesa que desembarcou no Brasil nos últimos anos. O visual "fofinho", mas com toques esportivos, agrada tanto o público feminino quanto o masculino. Apesar de o interior ser simples, é bem acabado, sem rebarbas nos plásticos ou peças mal encaixadas. Outra vantagem é a extensa lista de equipamentos, que traz direção elétrica, ar-condicionado eletrônico, trio elétrico, toca-CDs/MP3, seis alto-falantes, rodas de liga leve de 14 polegadas e até um desnecessário sensor de estacionamento traseiro.
Fonte: Jornal do Carro
Como é importante saber escutar! O diálogo entre os esposos é essencial para que uma família possa estar serena. Papa Francisco
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Chery Celer nacional chega em fevereiro

Uma das atrações da marca no Salão do Automóvel, hatch está em fase final de testes e ficará mais caro

por DANIELA TRINDADE (EDIÇÃO DE LEANDRO ALVARES)
 
 
15/12/2014 09h17
Chery Celer no Salão do Automóvel (Foto: Autoesporte)
Após a inauguração da fábrica de Jacareí, interior de São Paulo, a Chery tem grandes planos para o Brasil. A planta com capacidade para fabricar 50 mil carros por ano já recebeu seu primeiro modelo, o Celer, nas versões hatch e sedã está em fase final de testes e chega às lojas em fevereiro do próximo ano.
O QQ, com design renovado, deve acompanhar a nacionalização e desembarca por aqui também em 2015. No entanto, esse novo modelo ainda não aposenta o atual (importado). Os dois deverão conviver no mercado por um tempo. Já para 2016 está marcado o início da produção do Tiggo, utilitário da marca.
Apesar de nacionalizar os modelos, Luis Curi, Vice-Presidente da Chery no Brasil, adiantou à imprensa que os preços deverão subir. “Este será o melhor Celer que vamos produzir, com mais qualidade, o preço também deve aumentar, mas sem perder a competitividade. Se hoje vendemos carros 20% mais baratos que a concorrência, a tendência é que essa diferença caia para 10%”, afirma.
Apesar do ano ruim para o mercado automotivo, Curi afirmou que o Brasil é um mercado promissor. “Não esperamos que o próximo ano seja favorável, mas com certeza não será tão ruim quanto 2014. Continuamos vislumbrando um futuro promissor no Brasil”, confessa. Este ano, a Chery vendeu 10 mil unidades, e pretende alcançar a marca de 30 mil no ano que vem. “Com a nacionalização do Celer não estaremos presos a cota de vendas de importados, o que deve ajudar a aumentar esses números.”
A marca ainda tem projetos como uma fábrica de motores e um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento.
Fonte: Auto Esporte
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sábado, 13 de dezembro de 2014

Chery vai produzir Tiggo 5 no Brasil em 2016; importado chega em 2015

Leonardo Felix
Colaboração para o UOL, em São Paulo (SP)
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  • Murilo Góes/UOL
    Tiggo 5 não veio ao Salão de SP a passeio: será o 3º modelo brasileiro da Chery
    Tiggo 5 não veio ao Salão de SP a passeio: será o 3º modelo brasileiro da Chery
Não foram poucas as especulações de que o Tiggo 5 ganharia o Brasil. O SUV médio, mostrado no Salão de São Paulo 2014 e que é uma espécie de configuração mais robusta do Tiggo já existente por aqui, será produzido na fábrica de Jacareí (SP), a partir do primeiro trimestre de 2016. Antes, já no segundo semestre do ano que vem, virá importado da China.
Foi o que confirmou o vice-presidente da marca no Brasil, Luis Curi, em almoço com jornalistas nesta sexta-feira (12).

Fontes da montadora acrescentaram a UOL Carros que, para não haver confusão entre os Tiggo 5 e 3 (número que identifica o jipinho que já está no país), o "Tiggão" deve ser rebatizado em sua chegada, enquanto o "Tigginho", que será reestilizado também na segunda metade de 2015, continuará com o mesmo nome.
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Chery confirma produção do SUV médio Tiggo 5 no Brasil; modelo vem para brigar com Hyundai ix35 e JAC T6 Murilo Góes/UOL
O futuro utilitário nacional, que chega para brigar com Hyundai ix35 e JAC T6, usará um propulsor 2-litros de 16 válvulas, com duplo comando variável e injeção multiponto digital, capaz de gerar 139 cavalos de potência. O câmbio é manual ou CVT (continuamente variável). Segundo Curi, este último tipo de transmissão também vai equipar o Celer a partir do fim de 2015. 
Murilo Góes/UOL
Favor não confundir o "Tiggão" 5 com o "Tigginho" 3, já vendido no Brasil; marca preferiu nacionalizar o maior deles, para fugir da fortíssima concorrência no segmento de SUVs compactos em 2015, que terá Ford EcoSport, Renault Duster, Jeep Renegade e (talvez) Peugeot 2008 comandando o mercado
Selada a produção nacional do Tiggo 5, a Chery fecha a tríade de produtos para alavancar a primeira fase de sua instalação no Brasil, junto com o Celer e o QQ. O primeiro terá o lançamento da versão nacional entre fevereiro e março; já o segundo ganha facelift semanas antes, ainda importado, e passa a ser montado aqui no terceiro trimestre.

Com isso, a fábrica do Uruguai, que faz montagens em CKD, ficará mais livre para apostar em outros produtos, como o próprio "Tigginho" e o sedã Arrizo 7, outro fortemente cotado a pintar no Brasil.

Enquanto define com quais armas vai brigar, a Chery faz projeções ambiciosas em curto prazo: prestes a fechar 2014 com cerca de 9 mil unidades emplacadas no país, a montadora chinesa quer "montar 30 mil veículos já em 2015; 50 mil em 2016; e atingir o limite de 150 mil unidades/ano até 2020", conforme explicou Curi.

PARQUE INDUSTRIAL
No Salão de São Paulo, UOL Carros registrou que o objetivo da Chery é construir carros com índices próximos aos 100% de nacionalização. Para isso, além de criar uma fábrica de motores e um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Jacareí, a marca promete formar o "Parque Industrial da Chery" na região, chamando várias empresas de fornecimento de peças, a maioria da China, para se instalar na região.

"Duas companhias já toparam o convite, e outras três estão em negociações adiantadas. Também vamos chamar outras", declarou Curi, que não entrou em detalhes sobre os nomes e a área de atuação dessas fornecedoras. 
Divulgação
Chery não quer só ter fábrica em Jacareí: quer criar um polo industrial com fornecedoras, para fugir da oscilação do dólar e montar carros 100% nacionais
O motivo para tanto empenho não é só amor ao Brasil. "Queremos fugir das oscilações do dólar", frisou o executivo. Com custos estabilizados, a divisão brasileira ficaria competitiva o suficiente para se tornar o centro de exportação da Chery para toda a América do Sul (Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Equador, Venezuela e Peru estão na mira).

Fonte: UOL Carros

Hoje, 13/12/2014, é o aniversário da minha ordenação sacerdotal. Peço-vos que rezeis por mim e por todos os sacerdotes. Papa Francisco

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Toyota Vios, futuro rival do Honda City é flagrado no Brasil


Após retomar a liderança entre os sedãs médios no Brasil com a nova geração do Corolla, lançada em março, a Toyota trabalha para aumentar a sua participação em outros segmentos. Embora não tenha se pronunciado a respeito, a marca japonesa já testa no País o Vios, um sedã pensado para mercados emergentes e lançado na Ásia há cerca de um ano. No Brasil o Vios chegaria para disputar na categoria do Honda City, Ford New Fiesta sedã e até mesmo com as versões mais caras de Chevrolet Cobalt e Fiat Grand Siena.
Uma unidade do modelo foi flagrada pelo internauta Patrick Galera, na última quarta-feira (3), rodando camuflada e com placas verdes no Rodoanel Mário Covas, na Grande São Paulo. Segundo o leitor do Carsale, o carro estava sendo escoltado por dois Etios também com placas de veículos de testes.
vioscolagem
O Vios seria uma das soluções encontradas pela Toyota para aumentar o seu portfólio no Brasil, uma vez que o modelo compartilha a plataforma e diversos componentes com o Etios. Além disso, a fábrica de Sorocaba (SP) foi desenvolvida para produzir até 400 mil carros por ano, mas ainda não chegou à marca de 100 mil unidades anuais pelo fato de o Etios não ter atingido as metas de vendas iniciais da Toyota.
Medindo 4,41 metros de comprimento (o Etios sedã mede 4,26 m) e 2,55 m de distância entre-eixos, o Vios possui bom espaço interno e leva até 460 litros de bagagem no porta-malas. Diferentemente do Etios, o modelo ostenta um visual bem resolvido e mais próximo ao do Corolla.
Sob o capô, o sedã é equipado com o mesmo motor de 1.5 litro de 16 válvulas do modelo fabricado no interior de São Paulo, porém movido a gasolina e calibrado para entregar 109 cv de potência a 6 mil rpm e 14,3 kgfm de torque a 4.200 rpm. Na Ásia o modelo é oferecido com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades. De acordo com a Toyota, o Vios acelera de 0 a 100 km/h em 11,4 segundos e atinge a velocidade máxima de 179 km/h. O consumo médio anunciado é de 16,1 km/l.
Fonte: Carsale
Aprendamos, da Virgem Maria, a ter mais coragem para seguir a Palavra de Deus. Papa Francisco
Vá com o Espírito Santo e o Imaculado Coração de Maria!