quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Os mais vendidos nos EUA em outubro de 2014

O gigante mercado automotivo dos Estados Unidos registrou em outubro uma alta de 6% em relação ao mesmo período de 2013. A GM segue líder no ranking das montadoras, com participação de 17,7%, seguida pela Ford (14,7%) e Toyota (14,1%).
Na disputa dos automóveis, o Camry, sempre líder, repetiu o feito graças às 33.164 unidades vendidas. Ele é seguido pelo rival Accord, que vendeu 27.128 e garantiu o segundo lugar. Em terceiro ficou o Corolla, que emplacou 24.959 unidades.
Confira as dez marcas e os dez modelos mais vendidos em outubro nos Estados Unidos:
Marcas:
1) GM – 17,7%
2) Ford – 14,7%
3) Toyota – 14,1%
4) Chrysler – 13,3%
5) Honda – 9,5%
6) Nissan – 8,0%
7) Hyundai-Kia – 7,4%
8) Volkswagen – 3,9%
9) Subaru – 3,4%
10) BMW-MINI – 2,8%
Modelos:
1) Toyota Camry – 33.164 unidades
2) Honda Accord – 27.128 unidades
3) Toyota Corolla/Matrix – 24.959 unidades
4) Chevrolet Cruze – 24.289 unidades
5) Honda Civic – 24.154 unidades
6) Nissan Altima – 23.544 unidades
7) Ford Fusion – 22.846 unidades
8) Hyundai Sonata – 15.563 unidades
9) Volkswagen Jetta – 14.607 unidades
10) Ford Focus – 13.733 unidades

Fonte: CompareCar

A guerra destrói, mata, empobrece. Senhor, dai-nos a vossa paz! Papa Francisco

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Novo Ford Ka enfrenta Uno reestilizado

Comparamos essa dupla, que além de inovações importantes, tem preços e potências similares
Rafaela Borges
O trunfo do Ford Ka é ser mais moderno e superior em vários aspectos - José Patricio/Estadão
José Patricio/Estadão
O trunfo do Ford Ka é ser mais moderno e superior em vários aspectos
A nova geração do Ka e a linha 2015 do Uno, que ganhou atualizações, trazem novidades importantes para o segmento de hatches de entrada. O Ford é o único da categoria com programa eletrônico de estabilidade (ESP) e o Fiat é o primeiro nacional com sistema start&stop, que desliga o motor em paradas de semáforo e congestionamentos, por exemplo. Comparamos essa dupla, que além de inovações importantes, tem preços e potências similares, para saber qual é o melhor.
O Ka, na versão 1.0 SE, venceu com certa folga. E não apenas pela importância do ESP na segurança. Até porque o Uno Evolution 1.4 contra-ataca com muita economia de combustível. O trunfo do Ford é ser mais moderno e superior em vários aspectos.
O Ka parte de R$ 35.390 e o Uno, de R$ 35.510. A lista de equipamentos também é parecida. O Ford sai de fábrica com ar-condicionado – o Fiat, não, mas, em compensação, vem com start&stop, enquanto o ESP só está disponível na versão mais cara do rival, SEL, cuja tabela parte de R$ 39.990. 

No motor o Ka leva grande vantagem. Com três cilindros e 1 litro, tem rendimento muito parecido com o 1.4 de quatro cilindros do Uno.
São 85 cv com etanol, ante os 88 cv do Fiat, que, por oferecer um pouco mais de torque, leva pequena vantagem nas retomadas de velocidade. O Ford responde com um câmbio bem mais eficiente e de engates fáceis. A transmissão do Uno é mais difícil de manusear.
Comparado aos demais hatches de entrada, o Ka se destaca pelo isolamento acústico e o motor com baixo nível de ruído. O 1.4 do Fiat, bastante defasado, é barulhento nas acelerações, além de vibrar muito.

Modernidade versus fartura de conteúdo. Quando o assunto é suspensão, o Ka é melhor. Sem comprometer o conforto para os ocupantes, o sistema tem bom acerto, que se traduz em ótima estabilidade em altas velocidades e firmeza em curvas rápidas. O ESP, é claro, tem papel crucial nesse quesito.
A suspensão do Uno tem ajuste mais macio, o que acaba deixando o carro um tanto desengonçado no rodar. As respostas da direção elétrica do Ka são mais rápidas que as do rival, que é hidráulica e apresenta uma certa hesitação.
No nível de equipamentos é o Fiat que leva vantagem. Os dois compactos saem de fábrica com direção assistida, vidros dianteiros elétricos e som com entrada auxiliar. De série, além do ar-condicionado, o Ka tem chave do tipo canivete.
Do Ford são três versões com pacotes fechados. Entre a de entrada e a de topo, uma opção a R$ 37.390 tem vidros de trás elétricos e sistema de som com tela multifuncional.
O Uno também pode receber um rádio mais moderno e com monitor maior. O modelo conta ainda com extras como sensor de estacionamento, espelhos elétricos e câmera traseira projetada no retrovisor interno, todos indisponíveis no Ka. Além disso, há mais liberdade para escolher equipamentos. A maioria dos opcionais é vendida separadamente. Completo, o Fiat chega a R$ 44.270.
Equivalente nos dois carros, o acabamento é simples. No Uno, há extras que melhoram o aspecto da cabine. Por sua vez, o Ka leva ampla vantagem no preço do seguro.
OPINIÃO
Mais segurança ou menor consumo? 
O que é mais importante: o ESP, que representa segurança, ou o sistema start/stop, que ajuda a reduzir o consumo de combustível? A resposta depende do que o consumidor procura. De acordo com informações da Fiat, o novo recurso do Uno pode representar uma economia de até 20% de combustível por mês. Isso significa que um motorista que encha o tanque cinco vezes a cada 30 dias passará a parar no posto apenas quatro vezes no mesmo período. Já o ESP, que corrige a trajetória das rodas em caso de erro do motorista, é preventivo. E, para mim, mais importante – na Europa, é obrigatório. Mas creio que quem compra um carro de entrada prefere a economia. Antes de os air bags e ABS serem obrigatórios, eram raros os compradores de “populares” que adquiriam esses itens.
KA
PRÓS
Modernidade - Por ser um projeto bem mais novo, Ka se destaca em visual, motor e dirigibilidade, além de ter estabilidade exemplar.
CONTRAS
Detalhes - Apesar de ser um carro de entrada, faz falta o comando elétrico para retrovisor na lista de itens opcionais.
UNO
PRÓS
Equipamentos - Além de ter lista de itens extras bem ampla, maioria dos opcionais é vendida separadamente.
CONTRAS
Conjunto mecânico - Câmbio tem engates difíceis e causa desconforto. Motor, bem defasado, é barulhento, pouco eficiente e vibra muito.
Fonte: Jornal do Carro
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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Monoposto projetado para pista e rua quer ser liberado no Brasil

Leonardo Felix
Colaboração para o UOL, em São Paulo (SP)
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  • Leonardo Felix/UOL
    BAC Mono pode ser usado em circuito fechado e, depois, levar dono para casa
    BAC Mono pode ser usado em circuito fechado e, depois, levar dono para casa
Quase tão difícil quanto ver de perto os carros que disputaram o GP do Brasil de Fórmula 1, no último fim de semana, era ter acesso ao BAC Mono, projeto de monoposto adaptado para as ruas desenvolvido pela empresa britânica Briggs Automotive Company, dos irmãos Ian e Neill Briggs.
Um exemplar do modelo, pertencente a um publicitário brasileiro, estava exposto no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), ao longo do evento, porém numa área de acesso bastante restrito. Lá, cercado por garçons que serviam champanhe e acepipes aos convidados, o BAC Mono exibia seu visual peculiar, tentando difundir uma ideia meio maluca: ser um carro de corrida que também pode ser usado no dia-a-dia.

"Queríamos um modelo que permitisse ao proprietário fazer uma sessão de testes em um circuito fechado e, depois, ir embora para casa com ele", contou a UOL Carros Ian Briggs, projetista do veículo e um dos sócios da empresa.
Divulgação
Um volante deste tipo você já deve ter visto em um monoposto de corrida, mas não com comandos para as luzes de seta (botões amarelos)
Segundo ele, o projeto teve inspiração nas duas rodas, e demorou quatro anos para ser desenvolvido (o lançamento ocorreu em 2011). "Algumas motocicletas superesportivas exercem essa mesma função. Por que não emplacar essa cultura também nas quatro rodas? É o que estamos tentando fazer", acrescentou.

Por enquanto, o monoposto tem autorização para rodar nas ruas de apenas dois países -- Reino Unido e Estados Unidos -- e teve cerca de 200 unidades vendidas desde o seu lançamento (a comercialização ocorre só por encomenda). O preço parte de 103.500 libras e pode passar de 150 mil libras (entre R$ 420 mil e R$ 610 mil), dependendo do pacote montado pelo comprador. A BAC trabalha para homologá-lo em outros países da Europa (como Alemanha e Holanda), e também tem o Brasil na mira.

Para isso, entretanto, terá de driblar a recente lei que torna obrigatórios airbags e freios com sistema ABS (antitravamento) em todos os automóveis zero quilômetro vendidos em nosso país, dois itens impossíveis de entrar no projeto. "Outros países abrem exceções a veículos com volume muito baixo de vendas. Estamos estudando essa possibilidade aqui", explicou Ian.

FÓRMULA 3 COM FARÓIS
Os traços do BAC Mono lembram um monoposto de competição: estrutura monocoque em fibra de carbono; habitáculo aberto e minúsculo; volante com topo e base achatados, e laterais com os moldes das mãos do dono, assim como o assento; e radiador duplo montado em casulos laterais. As dimensões são de um Fórmula 3 (categoria de base posicionada dois degraus abaixo da Fórmula 1), porém com um aerofólio traseiro muito mais baixo. Há um santantônio para proteção da cabeça.

Olhando mais de perto, ficam nítidas as adaptações que deixam o Mono pronto para as ruas: conjunto óptico dianteiro com canhões individuais de luz baixa, alta e de seta; lanternas, refletores e até uma terceira luz de freio posicionados na parte traseira; pneus ranhados; rodas cobertas; e um pequeno capô dianteiro com acesso a um porta-capacetes. 
Leonardo Felix/Arte UOL Carros
Faróis, lanternas traseiras e até uma terceira luz de freio sobre a capa do motor são adaptações para que o BAC Mono possa trafegar nas ruas
O motor, central-traseiro, é um 4-cilindros em linha de 2,3 litros, aspirado e longitudinal, capaz de gerar 284 cavalos de potência (a 7.700 rpm) e 28,55 kgfm de torque (a 6.000 giros).

Não são números tão impressionantes, mas, a se considerar que o Mono pesa meros 600 quilos, a relação peso-potência permite chegar a 274 km/h e fazer o 0-100 km/h em 2,8 segundos (mais rápido que uma Ferrari 458 Italia). O câmbio, automatizado de seis marchas, requer trocas sequenciais manuais através de aletas atrás do volante. Os freios são de disco perfurado nas quatro rodas, e a tração é traseira.

Se a homologação brasileira vier, não será impossível (embora improvável) ver um desses passando pela rua de sua casa... Até lá, o BAC Mono seguirá como mero objeto de decoração em salas VIP, alimentando os sonhos de quem é tão maluco quanto os irmãos Briggs.
Fonte: UOL Carros

Como é importante o trabalho… para a dignidade humana, para formar uma família, para a paz! Papa Francisco

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Nissan passa a fabricar March antigo no Brasil

Modelo deixa de ser importado do México e passa a ser produzido na nova fábrica de Resende junto do novo
Nissan/Divulgação
Nissan começa a produzir "velho" March na mesma linha de produção do novo
A Nissan não está mais importando o March antigo do México. A opção de entrada, que antes era importada daquele país, passa a ser produzida em Resende (RJ). Com um valor de tabela de R$ 30.990, reajuste de mil reais diante da opção importada, o Active vem equipado com ar-condicionado, vidros dianteiros e retrovisores externos elétricos, banco do motorista com regulagem de altura e direção elétrica progressiva. A versão de entrada é equipada com motor 1.0 de 74 cv.
De acordo o diretor de marketing da Nissan do Brasil, Arnaud Charpentier, o March Active terá a função de elevar o volume de vendas da marca. “Nosso objetivo é oferecer uma versão mais acessível àquelas pessoas que procuram a qualidade japonesa em um automóvel. É um carro que também atende às frotas de empresas pelo seu excelente custo-benefício”.
O March reestilizado (imagem abaixo) foi lançado em maio. Ele foi o primeiro produto da fábrica da Nissan em Resende, no Rio de Janeiro. Na frente foram redesenhados faróis, grade (em forma de “V”) e para-choque, que traz uma grande entrada de ar na parte inferior.
As laterais têm novos vincos e houve mudanças na posição das caixas das rodas. Atrás, a Nissan atualizou as lanternas e o para-choque. Comparado ao modelo de entrada, o novo March ficou 4,7 cm mais comprido e 1 cm mais largo (por causa dos para-choques), mas a distância entre os eixos foi mantida.
Fonte: Jornal do Carro
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Geely GC2, o "Pandinha", vira estrela inesperada no Salão de São Paulo

Alessandro Reis
Colaboração para o UOL, em São Paulo (SP)
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Geely GC2, simpático, conquista fãs no Salão23 fotos

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Design do Geely GC2, com linhas arredondadas e faróis grandes, lembra um simpático urso panda; preço é de R$ 29,9 mil Murilo Góes/UOL
O simpático compacto GC2, da chinesa Geely, apelidado carinhosamente pela própria marca de "Pandinha" e que traz motor 1.0 de três cilindros e 68 cv por R$ 29,9 mil, atraiu muitos curiosos durante o primeiro fim de semana (1 e 2) do Salão do Automóvel de São Paulo.  Visitantes de diferentes idades rodeavam o hatch, entravam na cabine, checavam a qualidade do acabamento. Alguns, num primeiro momento, olhavam com desconfiança para o carrinho: "Um chinês montado no Uruguai?", questionava um. "Olha um novo xing-ling", ironizava outro.

Mas, no geral, as opiniões eram positivas em relação ao modelo oriental -- que, de fato, tem um desenho que lembra um urso panda (animal típico da China), dos faróis redondos às lanternas traseiras, que se parecem com pegadas do bicho.

"Achei um carro legal, com design diferente e bem equipado. Também gostei do acabamento. Pelo preço, parece que 'atende' bem", disse o empresário Messias do Carmo, 46 anos, que veio de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, para visitar o Salão. "Estou em busca de um carro nessa faixa de preço para minha filha de 21 anos", completou.
Aaron Cadena Ovalle/EFE
GC2 assume totalmente o mascote panda; difícil é usar essa roupa no Anhembi
A impressão positiva foi compartilhada pelos irmãos Patrick e Caco Santiago, 24 e 35 anos, que analisavam em detalhes o GC2 na companhia do pai, o aposentado Milton Santiago, 64. "O acabamento é muito melhor que o de outros modelos chineses, com bons encaixes, detalhes cromados e imitando fibra de carbono. O estilo também chama a atenção, com lanternas fumê", elogiou Patrick.
Enquanto o público entrava e saía do GC2 amarelo exposto no estande da Geely, marca que hoje é dona da divisão de automóveis da sueca Volvo, consultores de vendas abordavam potenciais compradores do carrinho, tentando cativá-los. "Ele é completo, tem rodas de liga leve de 14 polegadas e traz ABS e airbags [hoje, itens obrigatórios]", dizia um dos vendedores.
 
Alessandro Reis/UOL
Patrick e Caco Santiago, ao lado do pai, Milton: a família aprovou o modelo chinês
Em 2015 a Geely lança o GX2, versão aventureira do GC2, com suspensão elevada e motor 1.5 a gasolina de 102 cv. O primeiro modelo lançado pela Geely no Brasil foi o sedã médio EC7, em janeiro; as vendas do GC2 começaram em agosto. A Geely é a marca chinesa mais recente a se instalar no Brasil, pelas mãos de José Luiz Gandini, chefão da Kia local. Seus carros são montados no Uruguai, país integrantes do Mercosul. Saiba mais sobre os planos da marca aqui.

Fonte: UOL Carros

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