quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Confira a lista dos veículos novos mais vendidos no Brasil em julho de 2014

Fenabrave aponta crescimento de 13,35% nos emplacamentos realizados no período

Após enfrentar quedas nos últimos meses, o setor automotivo apresentou recuperação em julho de 2014, com crescimento de 13,35% nos emplacamentos de veículos de todos os segmentos, em relação ao resultado registrado no mês de junho

O dado corresponde a um total de 436 mil veículos vendidos, sendo que destes, 279.815 unidades foram somente de automóveis e comerciais leves (+11,64%). No mês anterior, as vendas totais foram de 385.271 unidades e na comparação com o mesmo período de 2013, houve retração de12,61% nas vendas. Entre janeiro e julho deste ano, foi registrada queda de 7,50% em relação ao mesmo período de 2013.

As informações são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), divulgados nesta sexta-feira, dia 1º de julho. A previsão para os próximos meses é de recuperação do setor, com crescimentos de 5% ao mês, estima a Federação, 

Fiat-Palio-Way-2015-vermelho-rodando-no-barro


Automóveis e Comerciais leves
As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 279.815 unidades em julho, volume que indica o crescimento de 11,64% sobre as 250.637 unidades comercializadas em junho. Na comparativo com julho/2013 (323.917 unidades), os segmentos registraram queda de 13,62%. No acumulado de janeiro a julho, houve retração de 8,33% sobre os resultados de 2013.


Motocicletas
Já o segmento de duas rodas registrou alta de 16,51% em julho, no comparativo com junho, passando de 121.019 unidades para 103.871 em julho. Em relação ao mesmo período de 2013 (134.202), o setor apresentou retração de 9,82% e, no acumulado, a queda chegou a 4,96%.


Mais vendidos
No segmento de carros, o Fiat Palio lidera as vendas pela terceira vez no ano, com a comercialização de 15.989 unidades em julho. A primeira liderança ocorrida em março, se deu após dois anos de liderança consecutiva do VW Gol.
Na briga pela segunda e terceira posição, respectivamente, estão o Gol, com 14.347 unidades e o Onix, da GM, com 14.015 unidades.
Entre os comerciais leves o Fiat Strada é o líder com 12.585 unidades vendidas, seguido pelo VW/Saveiro, com 7.296 vendas e pela Ford EcoSport, com 5.287 unidades comercializadas
Entre as marcas, a liderança é da Fiat, que detém 21,01% de participação entre automóveis e comerciais leves, com 58.783 unidades vendidas. Na sequência chega a General Motors na segunda posição, com 50.197 unidades e a Volkswagen na terceira, com 48.829 unidades comercializadas.
Fiat-Palio-Way-2015-vermelho-rodando-no-barro



Confira o ranking dos automóveis mais vendidos em Julho de 2014:

1º 
Fiat Palio - 15.989 unidades
2º  VW/Gol - 14.347 unidades
 Chevrolet Onix - 14.015 unidades
4º Hyundai HB20 - 10.857 unidades
5º Ford Fiesta - 10.591 unidades
 Fiat Uno - 9.613 unidades
7º Fiat Siena - 8.949 unidades
8º GM/Prisma - 8.498 unidades
9º VW Fox/CrossFox - 7.284 unidades
10º VW/Voyage - 7.181 unidades
11º VW/up! - 6.316 unidades
12º Toyota/Corolla - 6.129 unidades
13º Renault/Sandero - 5.425 unidades
14º Hyundai/HB20S - 5.334 unidades
15º GM/Classic - 5.051 unidades


Confira o ranking dos comerciais leves mais vendidos em Julho de 2014
1º Fiat Strada - 12.585 unidades
2º VW/Saveiro - 7.296 unidades
3º Ford/Ecosport - 5.287 unidades  GM/S10  - 4.471 unidades
5º Renault/Duster - 4.040 unidades
6º Toyota/Hilux - 4.027 unidades
7º GM/Montana - 2.446 unidades
8° Ford/Ranger - 2.325 unidades
9º Fiat/Fiorino - 2.250 unidades
10º Mitsubishi L200 - 1.710 unidades
11° Hyundai/Tucson - 1.614 unidades
12º Hyundai/ix35 - 1.547 unidades
13º VW/Amarok - 1.432 unidades
14º Toyota/Hilux SW4 - 1.377 unidades
15º Mitsubishi/Pajero - 1.228 unidades
Fonte: Pense Carros
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Hennessey quer superar os 467 km/h

Empresa norte-americana diz que novo modelo chega em 2015 e pode atingir os 467 km/h
F5 será o sucessor do Venom GT, atual recordista e cujo visual é inspirado pelo Lotus Elise  - Hennessey/Divulgação
Hennessey/Divulgação
F5 será o sucessor do Venom GT, atual recordista e cujo visual é inspirado pelo Lotus Elise
A Hennessey, empresa norte-americana especializada em kits de preparação e na criação de supercarros, anunciou a chegada de um novo pulverizador de recordes de velocidade, o Venom F5.
O modelo será o sucesso do Venom GT, que no começo do ano superou a marca de 435 km/h. O dono da empresa John Hennessey, disse em entrevista que há espaço para melhorias que levem o novo carro até os 466 km/h. O modelo fica pronto em 2015 e começa a ser entregue em 2016.
O Venom F5 será equipado com um motor V8 7.0, o mesmo do Venom GT, mas cuja potência passará de 1.244 cv para 1.400 cv. Seu peso, graças a carroceria de fibra de carbono será de 1.300 quilos, logo - se for produzido - ele será um bólido de relação peso/potência melhor que o Koenigsegg One:1 - cujo maior mérito é oferecer uma relação de 1 cv para cada quilo.
A tração será traseira e o câmbio manual de seis marchas com conjunto de embreagem simples. A marca chegou a considerar uma versão com câmbio automatizado de dupla embreagem, mas abriu mão devido ao peso e a problemas de durabilidade.
Fonte: Jornal do Carro
"Se acumulas as riquezas como um tesouro, elas roubam-te a alma".     Papa Francisco
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Rodamos 1.700 km com o Toyota Corolla GLi: bom na estrada, fraco no recheio

 Claudio Luís de Souza
Murilo Góes
Do UOL, em São Paulo (SP)
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Corolla GLi M/T33 fotos

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As demais versões do Corolla são a best-seller XEi (R$ 81.480, só CVT) e a top Altis (R$ 93.730, idem) Murilo Góes/UOL
Escrever sobre o novo Toyota Corolla é fácil: o carro ficou mais bonito, mais gostoso de guiar, mais pobre por dentro, mais caro na hora de fechar negócio.

Dissemos isso sobre a versão Altis, que hoje custa quase R$ 94 mil e não possui sequer dois itens básicos (repetimos, hoje eles são básicos) de segurança ativa, os controles de tração e estabilidade. O Ford Ka de R$ 40 mil tem.
Murilo Góes/UOL
Bonito e bom de guiar, novo Corolla em sua versão de entrada peca pela avareza
Agora UOL Carros provou a versão mais barata do novo Corolla, a GLi, e na configuração mais básica possível: com câmbio manual de seis marchas e sem opcionais/acessórios que mascarassem a simploriedade do conteúdo. Sob a embalagem inegavelmente bela do novo visual do Corolla (qualidade acentuada se a carroceria tiver cor escura), continua a haver um sedã com o mínimo de conteúdo e o máximo de preço (R$ 67.810; caso se acrescente o câmbio CVT, vai a R$ 69.990).

A equipe dirigiu o sedã em duas viagens rodoviárias (uma delas São Paulo/Rio de Janeiro/São Paulo), totalizando 1.664 km de convivência. Depois dela, a principal constatação também não foge do que foi dito no primeiro parágrafo. O Corolla é um carro gostoso de dirigir, com suspensões bem acertadas -- que não negam firmeza em velocidades mais altas -- e motor vigoroso. Apesar do volante excessivamente torto para a esquerda, e mesmo tendo de trocar marchas manualmente e "pedalmente", deu para encarar longas horas de estrada sem cansaço, e sem jamais esgoelar o motor para chega a, e manter-se em, velocidades de cruzeiro adequadas.
Murilo Góes/UOL
Traseira do Corolla ganhou barra cromada unindo as luzes de ré: ficou bonito
Ponto para o veterano propulsor de 1,8 litro, bicombustível, 144 cv com etanol, cuja performance não deve nada ao 2 litros das versões XEi e Altis, apesar dos 200 cm³ e quase 10 cv de diferença. As seis marchas aproveitam bem sua força, e ainda por cima o consumo foi baixo: cerca de 15 km/l com gasolina e 12,5 km/l com etanol; em trajeto urbano, com etanol, o Corolla cravou 8,8 km/l.

O problema está no pacote.

Entre outros itens, a versão mais em conta do Corolla traz, de série, revestimento dos bancos (em tecido) na cor cinza; painel central em piano black; ar-condicionado (manual); direção com assistência elétrica e ajuste na coluna; sistema de áudio com CD player, rádio, entradas USB e AUX, seis auto-falantes e Bluetooth; espelhos retrovisores externos com indicador de direção e regulagem elétrica; vidros frontais com película antirruído; cinco airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros e um de joelho para motorista); sistema ISOFIX para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro.
Murilo Góes/UOL
Basta olhar para esta cabine para notar o quanto o Corolla GLi é... "austero"
Aqui, vale o exercício de ver as coisas pelo avesso: na comparação com uma ou com as duas versões acima, o Corolla GLi não oferece rebatimento elétrico dos retrovisores, partida por botão, faróis de neblina, airbagas de cortina, cruise control, sistema multimídia com navegação por GPS, acendimento automático dos faróis e modo de condução esportivo (tecla Sport). Verdade que tem muita coisa dispensável nessa lista, mas carros muito mais baratos oferecem isso tudo e muito mais.

(Sem contar, claro, o pecado original de não ter controles de tração e estabilidade. E sim, sem eles o Corolla escapa de traseira em curvas mais fortes.)
Ficha técnica e conteúdo do Corolla
De resto, a beleza externa do novo Corolla não migrou para dentro da cabine. Os bancos são revestidos em tecido que parece fino demais, e o painel de instrumentos dessa versão (nas demais é melhorzinho) parece de carro popular. O espaço interno, porém, merece ser valorizado. O ideal é levar quatro pessoas, mas mesmo com cinco a bordo todos se acomodam com conforto e sem apertos para pernas e cabeças (entre-eixos de 2,7 metros numa carroceria de 4,62 metros). O porta-malas (470 litros) é outro destaque, mesmo com as caixas das rodas traseiras e as dobradiças da tampa criando "volumes mortos" aqui e ali.

Qualidades o Corolla GLi tem, e várias. Foi um bom companheiro na estrada. Poderia ter sido melhor ainda com um pouquinho mais de capricho, pelo muito que ele custa.
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Corolla Altis47 fotos

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Toyota Corolla Altis: versão topo de gama do sedã custa R$ 92.990 Leia mais Murilo Góes/UOL
Fonte: UOL Carros
Quando não se adora a Deus, torna-se adorador de outra coisa. Dinheiro e poder são ídolos que muitas vezes tomam o lugar de Deus. Papa Francisco
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Veja o que pode desvalorizar um carro

Má 'fama' da marca e manutenção difícil pode impactar em perda de valor do carro na hora da revenda
Rafaela Borges
 - Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão
Uma das principais preocupações de quem vai comprar um carro é o quanto ele vai se desvalorizar. O Jornal do Carro publica, aos domingos, uma tabela com o índice de depreciação dos veículos. Porém, este dado não está disponível para os modelos inéditos e recém-lançados, já que leva pelo menos um ano para que eles tenham equivalente usado no mercado. Neste caso, como o consumidor pode saber se vai “perder dinheiro” na hora de revender?
Há alguns fatores que determinam a “fórmula” da desvalorização. Em primeiro lugar, observe o histórico da marca. Se a maioria dos modelos da montadora apresentam alto índice de desvalorização – acima de 20%, segundo consultores –, o veículo inédito também deve sofrer grande depreciação. “Se a marca tem má ‘fama’, isso vai contribuir para seus carros desvalorizarem mais”, diz o presidente da Federação Nacional dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), Ilídio dos Santos.
Entre os fatores que geram má reputação de uma marca estão histórico de mau atendimento na rede de concessionários, bem como o número de revendas em todo o País. 
“As montadoras mais novas no mercado também costumam ser ‘vítimas’ de depreciação acentuada em seus carros, pois leva tempo para que conquistem a confiança do consumidor.”
Manutenção cara é outro fator de grande influência na desvalorização de um carro. “E não precisa nem ser verdade. Basta que a marca tenha fama de fornecer peças com preços altos”, diz Santos. Antes de comprar um veículo, procure sempre pesquisar, na concessionária, o valor de seus componentes de reposição, comparando-os aos dos concorrentes.
Veículos que têm histórico de problemas mecânicos recorrentes também estão sujeitos à desvalorização acentuada.
FORA DA FÓRMULA
A cor do veículo deixou de ter influência na depreciação do carro nos últimos anos, segundo lojistas consultados. Isso porque a “ditadura” do preto e prata deixou de ser mandatória para o brasileiro. Atualmente, tons como vermelho, azul e, principalmente, branco, também são bem aceitos. Só há mais polêmica no caso das mais chamativas, como amarela ou laranja, por exemplo. 
O seguro também não entra na fórmula da desvalorização, já que o preço varia conforme perfil do segurado e local onde ele mora.
MÁ REPUTAÇÃO
Desvalorizam mais os carros de marcas com fama de terem rede de concessionárias restrita ou com atendimento ruim, além de histórico alto de problemas mecânicos. Montadoras mais novas também estão no grupo.
MANUTENÇÃO
Peças de reposição caras levam o veículo a perder mais valor na hora da revenda.
Fonte: Jornal do Carro

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